Os híbridos do Gian

Às voltas com as artes em geral e com a fotografia em particular, o Gian está vivendo intensamente o seu projeto de iniciação científica, A modernidade falhou: como as tecnologias genéticas reconfiguram as ideias de humano e de ciborgue. Quem quiser ver o projeto, clique aqui.

6 Respostas

  1. Algumas sugestões bibliográficas para o projeto:

    “Inocência e Individuação em Simondon e Whitehead.” (Fernando Maia Ribeiro)
    Trabalho de doutorado

    O último capítulo do livro do Deleuze sobre “Foucault”

    “Sobre a morte do homem e super-homem”

    Clique para acessar o deleuze-g-foucault.pdf

    L’individuation à la lumière des notions de forme et information. Paris: Ed. Jérôme Millon, 2005.
    Du mode d’existence des objets techniques Paris: Aubier, 2008.

    1. Muito obrigado pela gentileza em compartilhar a referência, Pedro! Gostei muito e. com certeza, contribuirá bastante! Abraços, Gian.

  2. ” As forças no homem entram em relação com forças do fora, as do silício que se vingam do carbono, as dos componentes genéticos, que se vingam do organismo, as dos agramaticais que se vingam do significante. Em todos esses aspectos, seria preciso estudar as operações de superdobra, da qual a ‘dupla hélice’ é o exemplo mais conhecido. O que é o super-homem? É o composto formal das forças no homem com essas novas forças. É a forma que decorre de uma nova relação de forças. O homem tende a liberar dentro de si a vida, o trabalho e a linguagem. O super-homem é, segundo a fórmula de Rimbaud, o homem carregado dos próprios animais (um código que pode capturar fragmentos de outros códigos, como novos esquemas de evolução lateral ou retrógrada). É o homem carregado das próprias rochas ou do inorgânico (lá onde reina o silício). (…) Como diria Foucault, o super-homem é muito menos que o desaparecimento dos homens existentes, e muito mais que a mudança de um conceito: é o surgimento de uma nova forma, nem Deus, nem o homem, a qual, esperamos, não será pior que as duas precedentes.” DELEUZE, Gilles. Foucault.

    1. Valeu, Pedro!
      Beijo,
      Cristina

    2. gente, que pisão! hahahahahahahaha eu amei

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