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Leituras de Darwin: A origem das espécies – esboço de 1842

Este ano leremos A origem das espécies – esboço de 1842. Esse texto foi escrito por Darwin 17 anos antes da publicação de seu livro mais famoso, e é uma das provas de que ele já estava trabalhando em sua teoria há tempos quando recebeu a carta-ensaio de Wallace em 1858. Importante documento histórico que agora vamos conferir na edição brasileira traduzida por Mario Fondelli e publicada pela editora Newton Compton em 1992. Essa edição inclui o “artigo” de Darwin e Wallace que foi lido por Lyell e Hooker na Sociedade Lineana em 1 de julho de 1858: “Sobre a tendência das espécies em formar variedades e sobre a perpetuação das variedades e das espécies por meio da seleção natural”.

EAIC 2016 – apresentação do Vitor – Deixa o Darwin falar!

Apresentação do trabalho de PIBIC do Vitor no Encontro Anual de Iniciação Científica, que aconteceu no dia 14 de outubro de 2016 na UEM:

 

Leituras do livro Darwinismo, de Alfred R. Wallace

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Neste ano de 2016 iniciamos mais uma atividade, a leitura do livro Darwinismo: uma exposição da teoria da seleção natural com algumas de suas aplicações, de Alfred Russel Wallace (1823-1913), coautor da teoria da evolução por seleção natural. Lançado originalmente em 1889, o livro foi recentemente traduzido no Brasil por Antonio Danesi e publicado pela Edusp em 2012. Esse e outros textos originais de Wallace se encontram digitalizados em seu arquivo na internet: http://wallace-online.org/.

Filmes e documentários sobre Darwin, a Origem das Espécies e a teoria da evolução

 

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Origem das espécies – introdução

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Edição brasileira da Origem (6a. edição), publicada em São Paulo pela Editora Escala em 2009. Tradução de André Campos Mesquita. Atualização em março de 2016 depois de finalizada a leitura: Esta edição tem milhares de problemas de tradução (provavelmente um plágio do espanhol) e de revisão, trata-se de um atentado à formação científica, já tão capenga de leituras de textos primários. Por favor, não a leia!!! Leia, sim, a nova edição da Martin Claret, traduzida por Anna e Carlos Duarte; ou da Madras, traduzida por Soraia Freitas; ou a já velha conhecida edição da Villa Rica/Itatiaia, traduzida por Eugênio Amado; ou a recente edição lusitana da Planeta Vivo, traduzida por Ana Afonso. Em breve publicarei um artigo sobre isso, aguarde.

Iniciamos a leitura do livro, e já na introdução nos deparamos com algumas questões a serem pensadas e desdobradas.

Para começar, chama-nos a atenção logo no primeiro parágrafo a referência à origem das espécies como o “mistério dos mistérios”. É interessante analisar a dimensão histórica dessa afirmação, que nos leva a viajar no tempo e pensar num mundo sem Darwin, sem a Origem e sem a sua teoria para explicar o mistério. Aparentemente, esta era uma discussão tão em voga que o nosso autor, normalmente tão generoso nas menções a seus pares, não se achou na obrigação de identificar o filósofo que assim denominara o problema da origem das espécies. Segundo Wallace (1889, p. 3), o filósofo era John Herschel. Continuar Lendo →