Arquivos de Tag: positivismo

Pérolas dos alunos – Amauri

Amauri

Amauri Junior – aluno de Biomedicina/2015

Entendendo melhor a ciência com Chalmers e Gil

Ciência, talvez um dos temas mais comuns e intrigantes da humanidade, como palavra se faz tão presente em nosso cotidiano (nos discursos, conversas e até em canções), mas, ao mesmo tempo, é tão difícil defini-la quanto entendê-la. Para compreender melhor essa ciência, nos basearemos em dois textos para nos auxiliar nessa jornada: o primeiro é a letra da canção Quanta, de Gilberto Gil; e o outro é um trecho do livro O que é ciência afinal?, de Alan F. Chalmers (1992).

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Pérolas dos alunos – Jaqueline

jaquelineJaqueline Bauer Uber – Aluna de Bioquímica/2015

A ciência segundo Gilberto Gil e o positivismo lógico

A discussão sobre o critério de demarcação do que é ou não ciência tem diversos pontos de vista, desde o positivismo do Círculo de Viena até os Science Studies. A análise da música “Quanta”, de Gilberto Gil (texto 1 abaixo) e do trecho de “O que é a ciência afinal?” de Chalmers (texto 2 abaixo), objetivam identificar tal discussão e suas visões acerca da ciência.

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Quarto encontro do GP – Academia Celeste

El cielo de Salamanca

El cielo de Salamanca

Primeiro Stellium da Academia Celeste

Representar e intervir II

RepresentingandIntervening

A primeira parte do livro começa discutindo o realismo científico (p. 81-93), mapeando os realismos e antirrealismos de teorias e de entidades. Diante dessa empreitada, é feita uma reclassificação entre realistas e antirrealistas de toda a tradição da filosofia da ciência. É possível ser realista de teorias sem ser realista de entidades. Russel, por exemplo, é enquadrado como realista de teorias e antirrealista de entidades, já que não problematizava a possibilidade de alcançar a verdade por meio das teorias, mas tratava as entidades inobserváveis como construções lógicas. Hacking, por sua vez, se declara um realista científico de entidades e diz que, para ele, só no nível da experimentação se pode ter certeza da existência de entidades teóricas não observáveis. É o chamado argumento experimental: “se você pode bombardeá-los [elétrons e pósitrons], então eles são reais” (p. 84).

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