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Quarto encontro do GP – Academia Celeste

El cielo de Salamanca

El cielo de Salamanca

Primeiro Stellium da Academia Celeste

Feyerabend legendado no nosso canal do Youtube

Agora temos um canal no Youtube junto com o grupo da UERJ!

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Nosso vídeo de estreia é a entrevista de Feyerabend em Roma (1993) finalmente legendada. A tradução foi feita pelo Adriano Steffler e a legenda pelo Carlos Puig no âmbito da nossa parceria UEM-UERJ.

Oficina Contra o Método na cidade maravilhosa

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E lá fomos nós apresentar na UERJ os resultados parciais da Oficina Contra o Método depois de uma apresentação interna para o grupo duas semanas antes. Francine preparou um material muito legal no PowerPoint, veja só alguns slides:

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Entrevista na TV UEM

Só agora o vídeo foi liberado (dei essa entrevista em maio, pouco antes do 3o. Encontro), mas acho que ainda vale a pena conferir:

Contra o Método: panorama geral das diferenças

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 Capa da publicação brasileira da terceira e definitiva edição de Contra o método. Tradução de Cezar Augusto Mortari, publicada pela Editora Unesp em 2007.

O trabalho da Oficina Contra o Método ainda não acabou, mas já temos uma visão geral das diferenças entre a primeira e a terceira edições, que serão aqui relatadas sem pormenores.

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Mais Feyerabend no youtube

Última entrevista de Feyerabend

Isto foi um achado! Já está no youtube há quase dois anos, mas ainda não tem legenda. Estamos providenciando a tradução e, na sequência, será feita a legenda. É provável que até o fim do ano, quando comemoraremos os 90 anos de nascimento do Feyerabend num evento na UERJ, já tenhamos esse vídeo devidamente digerido. Trata-se da última entrevista dele, concedida em Roma em 1993.

Oficina Contra o Método

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Começa hoje a nova atividade do grupo: Oficina Contra o Método. Em homenagem a Paul Feyerabend (1924-1994), que completaria 90 anos em 2014, faremos um estudo da sua obra mais conhecida, Contra o método, considerando sobretudo as suas conexões com os science studies e as diferenças entre a primeira edição (1975), tão difundida entre nós pela tradução de Leonidas Hegenberg e Ocatnny S. da Motta, publicada pela Francisco Alves em 1977 (capa acima), e a terceira e definitiva (1993), traduzida por Cezar Augusto Mortari e publicada em 2007 pela Unesp.

 

Representar e intervir II

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A primeira parte do livro começa discutindo o realismo científico (p. 81-93), mapeando os realismos e antirrealismos de teorias e de entidades. Diante dessa empreitada, é feita uma reclassificação entre realistas e antirrealistas de toda a tradição da filosofia da ciência. É possível ser realista de teorias sem ser realista de entidades. Russel, por exemplo, é enquadrado como realista de teorias e antirrealista de entidades, já que não problematizava a possibilidade de alcançar a verdade por meio das teorias, mas tratava as entidades inobserváveis como construções lógicas. Hacking, por sua vez, se declara um realista científico de entidades e diz que, para ele, só no nível da experimentação se pode ter certeza da existência de entidades teóricas não observáveis. É o chamado argumento experimental: “se você pode bombardeá-los [elétrons e pósitrons], então eles são reais” (p. 84).

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